1. Escolha os habitantes antes do vidro
O tamanho adulto, o comportamento social, o nível de nado e os parâmetros da água determinam o aquário. Não compre o peixe para depois descobrir onde colocá-lo.
2. Defina volume e formato
Aquários maiores tendem a oscilar menos. Peixes ativos valorizam comprimento; escalares e discos também precisam de altura; espécies de fundo precisam de área de base.
3. Verifique estrutura e local
- Móvel nivelado e calculado para o peso total.
- Longe de sol direto, vibração, fumaça e mudanças bruscas de temperatura.
- Tomadas protegidas, alça de gotejamento nos cabos e acesso para manutenção.
- Nunca mover o aquário cheio.
4. Dimensione a filtragem
Combine filtragem mecânica, biológica e, quando necessária, química. Priorize espaço para mídia biológica e vazão real adequada, não apenas o número da embalagem.
5. Prepare água, substrato e decoração
Use condicionador para cloro/cloramina. Lave materiais apropriados sem sabão. Pedras e troncos devem ser estáveis e próprios para aquário. Escolha areia fina para espécies que remexem o fundo.
6. Instale aquecimento e iluminação
Use termostato dimensionado, termômetro independente e iluminação com temporizador. A necessidade de luz é definida pelas plantas e pelo comportamento dos peixes, não pela estética humana.
7. Faça ciclagem sem peixes
Alimente as bactérias do filtro com uma fonte controlada de amônia e teste até que amônia e nitrito sejam processados. Não use peixes como “teste”.
8. Introduza devagar
Adicione poucos animais por vez, respeite cardumes, quarentena e compatibilidade. Monitore amônia e nitrito após cada aumento de biomassa.